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Salvador: mergulho e naufrágios

Dando continuidade ao post sobre o cruzeiro que fiz para o nordeste, falaremos, hoje, sobre a primeira parada feita pelo navio: Salvador.

No outro post, havia comentado que o ideal é você já saber o que quer fazer e aonde quer ir ao desembarcar, pois seu tempo em terra será curto. Para isso, você deve fazer uma pesquisa prévia. Geralmente, dá para ver na internet, quando você compra a viagem, a programação do navio: quais dias são de navegação e quais dias estará em terra firme e por quanto tempo. Dá para ver, também, os passeios sugeridos pelo navio. Então, já dá para ter noção de que tipo de passeio dá para fazer e aí é só pesquisar os preços, pois acaba sendo mais caro comprar o passeio no navio por ser em dólar.

Portanto, fiz uma intensa pesquisa para saber o que tinha de diferente para fazer dos tradicionais pontos: Mercado Modelo, Elevador Lacerda e Pelourinho. Achei algo que fez o meu marido muito feliz: mergulho na Baía de Todos os Santos para ver naufrágios. Agendei tudo pela internet.

Como o mergulho estava marcado para o meio dia, assim que aportamos (por volta de umas nove horas) fomos passear pelos pontos básicos acima citados. Achei esta parte de Salvador muito suja (o que não dá uma boa impressão se você só tem tempo de conhecer esta parte) e não gostei nem do Mercado Modelo e nem do Elevador Lacerda. Aliás, a melhor parte foi sair de dentro dele (não é panorâmico e, dependendo da hora, pode pegar lotado (haja calor humano!)). Já a vista de quando você sai dele é bem bonita.

Vista depois que se sai do Elevador Lacerda. O próprio a esquerda e o Mercado Modelo em baixo a direita.

O pelourinho também não nos impressionou. Acho que teríamos gostado se tivéssemos tempo de fazer um tour com um guia contando a história do lugar mostrando as igrejas, apesar de que havia um monte de igrejas em reforma… Visitamos rápidamente a Fundação Casa de Jorge Amado.

Pelourinho visto das escadas da Fundação Casa de Jorge Amado.

Depois de dizer “Oi, Pelourinho.” e “Tchau, Pelourinho.”, pegamos um táxi até a operadora de mergulho que faria o nosso batismo de naufrágio. Chegando lá, o instrutor dá umas noções básicas para que você possa fazer o “batismo” que consiste em mergulhar com cilindro, mas tendo o instrutor o tempo inteiro com você. Infelizmente, não consegui mergulhar. Tentei umas duas ou três vezes, mas não consegui “compensar” os ouvidos e estes começaram a doer muito (isso não pode acontecer). Voltei para o barco e meu marido aproveitou o mergulho. Ele ficou super entusiasmado, adorou! Pagando uma taxa a mais o instrutor tira várias fotos do seu mergulho e coloca em um CD. O serviço da operadora Dive Bahiaé ótimo e os instrutores muito simpáticos. Gostamos muito e recomendo.

Indo fazer o mergulho na Baía de Todos os Santos.

Para provar que EU TENTEI mergulhar. Levo um jeito, né? Risos.
Foto tirada pelo instrutor da Dive Bahia.

Meu marido se divertindo. Adoro esta foto!
Tirada pelo instrutor da Dive Bahia.

Depois do mergulho, almoçamos em um restaurante que não me lembro do nome, mas tenho as fotos da vista que tínhamos!

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Vista 1 do restaurante.

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Vista 2 do restaurante.

Voltamos para o navio já ansiosos para a próxima parada: Maceió, que fica para o próximo post!

E você? Qual é a sua experiência em Salvador? Sei que a minha foi curta, devido ao tempo que tínhamos. Sinta-se à vontade para deixar aqui a sua opinão e enriquecer o entreviagens! 😉

Se você gosta de mergulhar, pode se interessar pelo link abaixo:

https://entreviagens.wordpress.com/2012/05/05/aruba-praias-snorkeling-e-mergulho-post-3-de-4/

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