Cinema

RESERVA CULTURAL – o mais novo cinema de Niterói

Depois de anos esperando por ele (coloca aí uns 10 anos de espera), eis que inaugura, finalmente, o RESERVA CULTURAL, o mais novo cinema alternativo de Niterói, RJ. Digo alternativo porque ele será especializado, assim como seu “irmão mais velho” sediado em SP, em filmes de Arte, independentes, que são difíceis de serem encontrados nos circuitos “normais” de cinema. Sorte nossa, niteroienses, que agora temos mais uma opção além do Cine Arte UFF para este tipo de programa tão gostoso.

Entrada-bilheteria-reserva-cultural

Entrada para a bilheteria

O complexo de 5 salas que somam mais de 600 lugares tem alta tecnologia digital e é super confortável. Possui uma bombonière com um horário bem interessante (todo dia de 12:30 às 22h e sábados até às 24h), mesmo que você não queira pegar um cineminha mas sim, apenas aproveitar um café e outras guloseimas. O espaço possui, ainda, estacionamento próprio, uma livraria e um bistrô, além de outras lojas que serão inauguradas. A arquitetura é assinada por nada mais nada menos do que Oscar Niemeyer!

Para quem está no Rio, o acesso é super fácil. Estando de carro, é só colocar o endereço (Av. Visconde do Rio Branco, nº 880) no waze e pronto! kkk 😉 Para quem está a pé e precisa de condução, a explicação de como chegar também é super tranquila. Chegando à Niterói de ônibus ou de Barcas, você pode escolher a viação Araçatuba linhas 47, 47A ou 47B (ônibus vermelhos que podem ser pegos dentro do terminal de ônibus de Niterói – plataforma laranja e te deixam na porta do cinema) ou viação “canela” (como dizia a minha mãe kkk), ou seja, andando por um trecho do famoso Caminho Niemeyer. Ao sair das Barcas é só virar à direita e seguir o caminho. Tem um posto de informação ao turista em frente à saída das Barcas. Não tem como errar! 🙂

O Reserva Cultural está localizado num ponto estratégico: ao lado do Campus da UFF (Universidade Federal Fluminense), bem na Cantareira que é considerada a Lapa dos niteroienses, no bairro de São Domingos. Você pode pegar um cineminha e depois curtir a noite jovem de Niterói! 😉

Minha experiência no RESERVA CULTURAL

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Imagem: IMDb

Meu marido e eu fomos no final de semana de estreia do cinema. Achamos o lugar lindo e a sala de cinema muito confortável. Aliás, a qualidade de imagem foi a melhor que já assistimos! O preço não é nada barato, nem da tarifa do cinema, nem das guloseimas da bombonière, mas deve se considerar que você está pagando por toda a beleza e comodidade da estrutura do complexo. Assistimos ao filme Café Society de Woody Allen, que parece ser o primeiro dele digital (ele só filmava em película). Bem, na minha humilde opinião, filme típico deste diretor, com ótimos diálogos e gostosa trilha sonora de jazz. Ótimo programa para quem gosta deste tipo de filme!

E aí? Gostou desta dica? Compartilhe com os amigos! Já conheceu o RESERVA CULTURAL? Deixe sua opinião nos comentários para ajudar as próximas pessoas que lerão este post! 🙂

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4 Meses em Boa Vista, Roraima (Post 1/2)

Para quem não sabe, morei durante 4 meses em Boa Vista, Roraima, devido ao trabalho de meu marido. Fomos para lá pensando que ficaríamos até mais tempo, porém, cheguei no final de julho e parti no final de novembro de 2013.

À princípio, fiquei apreensiva, pois nunca havia imaginado morar em outro lugar que não fosse minha querida Niterói. Chegando lá, foi bem melhor do que imaginava. Aliás, o preconceito que carregamos, sem nem perceber, é terrível.

Boa Vista é a capital de Roraima, o estado menos populoso do Brasil. O estado inteiro tem praticamente o mesmo número de habitantes que Niterói! Boa Vista é a única capital do país a estar no hemisfério norte – para você ver como está longe! É mais fácil e rápido ir do Rio para a Argentina do que para Boa Vista! Apesar de ser uma capital planejada, Boa Vista tem características de cidade de interior. Isso é ruim? Depende do seu gosto. Se você quer fugir do trânsito infernal e da violência das grandes cidades, Boa Vista é uma boa opção, pois lá o trânsito é praticamente inexistente e a violência não se compara a das cidades grandes. Então, ainda é tranquilo para se criar filhos, por exemplo. Via pais e filhos nas pracinhas até tarde da noite! A cidade ainda não tem shopping e isso foi inusitado para nós… até meu marido que não gosta de shopping ficou com saudade, risos! Daí nossa mente preconceituosa pensa: então não tem lojas boas? Lógico que tem, mas não estão concentradas num shopping, estão espalhadas pela cidade. ATUALIZANDO: Hoje (2015), Boa Vista já possui 2 shoppings: Pátio Roraima Shopping e Roraima Garden Shopping.

Infelizmente, achei a oferta cultural escassa. Senti muita falta de ir ao teatro, por exemplo. Há um cinema na cidade com 9 salas, o Cine Super K. As salas não devem em nada no quesito conforto e tecnologia. A decoração é que é engraçada, pois é como se estivéssemos na casa dos Flintstones. Ah,  e todas as sessões são dubladas. Isso me matou! 😦 Mesmo assim, íamos praticamente toda semana, pois não tínhamos opções de lazer para nosso gosto.

O que mais fazíamos era comer, risos! 😉 E lá, come-se muito bem. Aliás, é mais barato comer fora do que fazer compras no supermercado! Uma prática muito comum na cidade é ir até Santa Elena de Uiarén (cidade venezuelana fronteiriça à 2 horas e meia de Boa Vista) para fazer compras, já que os produtos são muito mais baratos que em Boa Vista. ATUALIZANDO: Não sei se a realidade já mudou, mas logo depois que saí de Boa Vista, não estava mais valendo a pena fazer este tipo de compra em Santa Elena, pois o limite para passar pela alfândega estava muito baixo.

Dentre os restaurantes que frequentávamos, o Oscar (R. Major Carlos Mardel, 661 – Trinta E Um Marco Boa VistaRR) era o que tinha melhor custo benefício, pois um tambaqui (peixe de rio delicioso) dava para 4 pessoas e saía super barato para o casal.

A famosa costela de tambaqui do Oscar. Hum... só de lembrar já dá água na boca!

A famosa costela de tambaqui do Oscar. Hum… só de lembrar já dá água na boca!

O Navalho (restaurante português) tinha um filé à parmegiana maravilhoso e música ao vivo de ótima qualidade.

Música ao vivo de ótima qualidade e um bife à parmegiana divino!

Música ao vivo de ótima qualidade e um bife à parmegiana divino!

O Cajueiro era um point legal para a galera se reunir à noite. O Recanto da Peixada tinha o peixe à delícia (Dourado ou tambaqui com creme de leite e queijo) que faz jus ao nome!

Peixe à Delícia no Recanto da Peixada

Peixe à Delícia no Recanto da Peixada

Vivíamos, também, na pizzaria e creperia Vila Takuara. Comíamos um pastel muito bom e barato no Chefão Sanduicheria e Pastelaria . O almoço self-service de cada dia era, geralmente, no Trigo’s Gourmet. Para um lanche de fim de tarde durante a semana ou café da manhã no final de semana, a Tapiocaria Cangaço era uma ótima opção!

Ótima opção de café da manhã ou lanche do fim de tarde.

Ótima opção de café da manhã ou lanche do fim de tarde.

Música boa e ótimos petiscos na Água Doce Cachaçaria que vivia sempre lotada! A gelateria Dois 90 e o Brownie.com eram os lugares da perdição calórica!

Que tentação!!!!

Que tentação!!!!

No próximo post, falaremos sobre o turismo em Roraima. 🙂

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Fugindo do Carnaval

Perdão aos que gostam de carnaval. Nada contra aos que se divertem nos blocos e afins – aliás, eu seria muito mais feliz nesta data se eu a curtisse – mas é que, realmente, esta festa não tem nada a ver comigo. Portanto, tento fugir…

Este ano, contamos com amigos queridos que nos ajudaram na tarefa de encontrar diversão longe do burburinho das ruas.

"Quanto mais quente melhor" - Fonte: IMDb

“Quanto mais quente melhor” – Fonte: IMDb

Foi noite regada a vinho, suco de uva (para os que não bebem: eu, risos) e pizza, com muita conversa boa e o filme “Quanto mais quente melhor” com Marilyn Monroe. Este filme é uma ótima opção se você está no “mood” de ver uma comédia em preto e branco e babar pela Marilyn… e não tem como não ficar impressionado com sua beleza. Os homens pelo seu “sex appeal” e as mulheres invejando o padrão de beleza da época, completamente diferente do atual.

Foi tarde/noite no CCBB apreciando a exposição Movie-se: No Tempo da Animação (até 7/04) que é bem interessante e divertido. E assistindo a um ótimo espetáculo “Arresolvido“, vencedor da etapa Rio de Janeiro do prêmio Seleção Brasil em Cena e que agora estará no CCBB de Brasília até 17/03.

Fonte: IMDb

Fonte: IMDb

Numa outra noite, ainda fomos ao cinema assistir “Lincoln”, imperdível pela atuação de Daniel Day-Lewis.

Mesmo fazendo programas que adoramos, como os citados acima, ainda estávamos nos sentindo entediados porque, na verdade, queríamos ter viajado este carnaval.

Foto: Ana Paula Fidelis

Foto: Ana Paula Fidelis

Foi então que o meu super maridão me salvou do “tédio” do carnaval me chamando para passar (novamente) uma diária no Tankamana. Esta foi a nossa quarta vez na pousada e, para a nossa surpresa ao fazermos o check-in, ganhamos um upgrade. NOSSO PRIMEIRO UPGRADE, AÊÊÊ!!! Tínhamos reservado o chalé com hidro no banheiro, porém, ficamos no chalé especial que tem a hidro dupla no quarto. Adorei ganhar um upgrade! 😉

Quem já leu os outros post sobre esta pousada sabe o quanto a elogio. Meu marido até brinca dizendo que os leitores vão pensar que é post patrocinado. Quem me dera, risos! 🙂 Não sou de elogiar à toa. E se sempre repito os elogios é porque o serviço é realmente impecável. Outro detalhe que sempre alerto é que a diária é salgada, todavia, vale cada centavo pela qualidade do serviço prestado. A quem diga que pelo valor de uma diária dá para ficar alguns dias em outras pousadas. Concordo plenamente, mas aí é uma questão de gosto. Prefere ficar alguns dias em uma pousada “mais ou menos” (que fique claro que não estou depreciando nenhuma pousada) ou uma diária em uma pousada top? Dependendo da situação, eu prefiro a segunda opção, especialmente neste caso, fugindo do carnaval.

Em outra oportunidade, falei aqui no entreviagens sobre o quanto é difícil conseguir reserva de apenas uma diária, principalmente em um feriadão (aliás, do lado direito do blog há uma enquete sobre o assunto para você participar 😉 ). Então, imagina no carnaval! O preço fica na extratosfera! Assim, recorremos ao Tankamana, pois apesar de reservarmos “apenas” uma diária, ela nos satisfaz, tirando-nos da nossa rotina. Sempre chegamos antes do horário do check-in, pois, se o chalé estiver livre, a entrada é logo permitida, além de sermos convidados para o delicioso café da manhã, que é imperdível. Geralmente, é oferecido late check-out, se não houver novos hóspedes para o chalé em que você estiver. Portando, a diária normal acaba se estendendo e você aproveita muito mais. Além dos motivos já citados, o que nos deixa muito felizes no Tankamana é a certeza de sermos muito bem tratados por toda a equipe (liderada por Danilo) e a tranquilidade e sossego que transborda no lugar. Parece até que a palavra de ordem é silêncio! 🙂 Onde mais iríamos ouvir música clássica no café da manhã e Frank Sinatra no jantar em pleno carnaval?

Fiquem, agora, com o vídeo que fiz do chalé e da sala de cinema. E as minhas experiências fotográficas. 😉

Se quiser ler os outros relatos sobre esta pousada, é só clicar nos links abaixo:

E aí, como foi o seu carnaval? Faça uma blogueira feliz, COMENTE! 🙂

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“As Aventuras de Pi”

Aêêê!!! Primeiro post de 2013.

As Aventuras de Pi Poster

Imagem retirada do site IMDb

Ontem, dia 1 de janeiro, fui ao cinema com meu digníssimo maridão assistir ao filme “As Aventuras de Pi” (Life of Pi). Como era o primeiro dia do ano, o cinema estava super vazio, uma delícia, quem dera se fosse sempre assim. 🙂

O filme é sobre um menino indiano que sofre um naufrágio com sua família enquanto transporta os animais de seu zoológico para o Canadá. Super indico este filme!!! Lindo e poético. Meu marido e eu ficamos encantados. Fazia tempo que não víamos um filme tão bom! assistiria novamente. Se puderem assistir em 3D, acho que vale a pena. Acabei não assistindo, achando desnecessário e me arrependi. #FICAADICA.

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Filme: A Liberdade é Azul

O filme “A Liberdade é Azul” (Trois Couleurs: Bleu – 1993) faz parte de uma trilogia dirigida pelo polonês Krzysztof Kieslowski. A trilogia é baseada nas cores da bandeira francesa e no slogan “Liberdade, Igualdade e Fraternidade”. Os outros filmes que compõem a trilogia são: “A Igualdade é Branca” (Trois Couleurs: Blanc – 1994) e “A Fraternidade é Vermelha” (Trois Couleurs: Rouge – 1994).

Fiquei encantada com a estética de “A liberdade é Azul”. O filme tem uma temática pesada, pois Julie (personagem de Juliette Binoche) perde o marido e a filha em um acidente de carro. O filme retrata como esta personagem lida com tão trágica perda.

E o que este filme tem de especial se há vários por aí com temática igual ou parecida?

É impressionante como a linguagem da fotografia, das cores e do silêncio que o diretor usa intensifica o sentimento da personagem nas mínimas coisas. A fotografia é belíssima! E quando digo isso, não quero dizer que há várias paisagens lindas, e sim que cada enquadramento, cada objeto do cotidiano pode ser retratado de uma forma muito poética.

Amei este filme! E o indico para quando você estiver no clima de assistir a uma estética diferente da americana, prestando atenção em como a história é contada e não na história em si. Gargalhando

A trilogia das cores 001

Já assistiu a este filme? O que achou? Polegar para cima ou Polegar para baixo Diz aí! Volto já

Para ler outras dicas de filmes clique AQUI.

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